Praça CEU em Várzea Paulista recebe quatro documentários gratuitos na quarta-feira
Exibições do programa Ponto MIS ocorrem em diferentes horários e abordam temas como tecnologia, saúde e arte.
O auditório da Praça CEU, em Várzea Paulista, será palco de exibições gratuitas de cinema na próxima quarta-feira (30). A iniciativa, realizada pela administração municipal em parceria com o projeto Ponto MIS, contará com quatro sessões ao longo do dia. As exibições estão agendadas para as 9h, 10h, 14h e 15h, trazendo produções nacionais no formato de documentário.
Os filmes selecionados abordam temáticas variadas, que incluem o avanço tecnológico, hábitos alimentares, dança comunitária e o desenvolvimento infantil. A entrada para todas as sessões é totalmente franca para a população local.
Programação da manhã
A primeira sessão começa às 9h com o documentário "Tecnologias que vão mudar o mundo" (2023), dirigido por Fabricio Gallinucci, Cadu Machado e Fabiana Maciel. Com classificação livre e duração de 52 minutos, a obra analisa os impactos das inovações tecnológicas na sociedade contemporânea e os rumos traçados para o futuro.
Na sequência, às 10h, será exibido "Sabores do Templo: A simplicidade da cura (especial Lygia Barbosa)" (2019). O filme de 1 hora e 5 minutos, recomendado para maiores de 10 anos, mostra a rotina de três monjas em templos budistas na Coreia do Sul. A produção discute a relação entre alimentação, saúde física e mental e a preservação ambiental.
Atrações da tarde
O período da tarde começa às 14h com "Passo a Passo: a História do Ballet Paraisópolis" (2023), sob direção de Raphael Scire. Livre para todos os públicos e com 51 minutos de duração, o documentário celebra os dez anos do projeto social idealizado pela coreógrafa Mônica Tarragó, destacando o papel transformador da dança em uma das maiores comunidades de São Paulo.
Encerrando a programação, às 15h, o público poderá assistir a "Do corpo biológico ao ser social" (2025), dirigido por Vera Blondina Zimermann. Com duração de 20 minutos e classificação livre, o curta-metragem aborda a importância do ato de brincar na primeira infância como ferramenta de prevenção em saúde mental.