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Agora Regional

Jundiaí lidera ranking de sustentabilidade entre cidades com mais de 200 mil habitantes

Município atingiu 62,16 pontos no Índice de Desenvolvimento Sustentável de 2026 e lidera entre signatários de programa nacional.

· Jundiaí
Jundiaí lidera ranking de sustentabilidade entre cidades com mais de 200 mil habitantes
Jundiaí se mantém no topo do ranking nacional dos municípios com mais de 200 mil habitantes, com 62,16 pontos Foto: Prefeitura de Jundiaí

Jundiaí consolidou sua posição como a cidade mais sustentável do Brasil entre os municípios com mais de 200 mil habitantes, segundo a edição de 2026 do Índice de Desenvolvimento Sustentável das Cidades (IDSC). Divulgado nesta semana pelo Instituto Cidades Sustentáveis, o levantamento aponta que o município paulista atingiu a marca de 62,16 pontos.

No recorte de municípios com população entre 100 mil e 500 mil habitantes, Jundiaí conquistou o segundo lugar nacional, ficando atrás apenas de São Caetano do Sul. Já no cenário geral, que engloba as 5.570 cidades brasileiras, o município ocupa a 96ª posição no país e a 71ª colocação no estado de São Paulo.

Metas atingidas e avaliação

O indicador avalia o cumprimento dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) estabelecidos pela Organização das Nações Unidas (ONU). No último ano, Jundiaí conseguiu atingir 41 metas específicas, apresentando desempenho positivo em áreas como saúde, saneamento básico, educação de qualidade, energia limpa e crescimento econômico.

O prefeito Gustavo Martinelli apontou que o crescimento ordenado busca garantir o bem-estar da população sem comprometer os recursos locais. Já o secretário municipal de Governo, Abner Andrade, ressaltou que as metas da ONU constam no Plano Plurianual (PPA) de 2026 a 2029.

Planejamento urbano e infraestrutura

Como parte das ações de ordenamento urbano, o município relembrou a vigência do Decreto nº 36.360, publicado em 11 de junho de 2026. A medida determinou a suspensão temporária por 180 dias da aprovação de novos empreendimentos imobiliários na cidade.

Essa suspensão atende a uma recomendação do Ministério Público e visa analisar se a infraestrutura local comporta o crescimento populacional de forma ordenada. A regra temporária não afeta as obras que já estão em andamento ou que possuem projetos previamente aprovados.

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