CPTM define data limite para fim do uso de bilhetes magnéticos em São Paulo
Passageiros têm até o dia 31 de dezembro para utilizar as antigas passagens nas catracas do sistema ferroviário paulista
Os passageiros que utilizam os trens na Região Metropolitana de São Paulo têm até o dia 31 de dezembro de 2026 para utilizar os bilhetes magnéticos do tipo Edmonson. A aceitação desse modelo de passagem nas catracas das 97 estações do sistema ferroviário paulista será encerrada no primeiro dia de 2027.
A medida é válida para as linhas 7-Rubi, 8-Diamante, 9-Esmeralda, 10-Turquesa, 11-Coral, 12-Safira e 13-Jade. O fim do bilhete magnético encerra um ciclo histórico no transporte sobre trilhos paulista, que vem passando por um processo de modernização tecnológica desde 2021 para agilizar o acesso dos usuários.
Alternativas de pagamento
Com a extinção definitiva do formato antigo, os usuários deverão utilizar outras formas de acesso já disponíveis. Entre as opções estão o Bilhete Único, o cartão TOP e as passagens em formato de QR Code. O bilhete digital pode ser adquirido virtualmente pelo aplicativo TOP, pela Carteira Digital TOP ou por meio do Webchat.
Também é possível pagar a tarifa diretamente nas catracas usando a tecnologia de aproximação (NFC). O sistema aceita cartões físicos ou virtuais de débito e crédito, além de relógios inteligentes compatíveis das bandeiras Elo, Mastercard e Visa.
Atendimento presencial
Para quem prefere comprar a passagem de forma presencial, os guichês e os terminais de autoatendimento das estações seguem oferecendo a compra de passagens em QR Code, com opção de pagamento via Pix. Há também uma rede credenciada com mais de 8 mil pontos de venda físicos que aceitam dinheiro em espécie.
Atualmente, a CPTM é responsável pelo transporte diário de uma média de 1,3 milhão de passageiros em dias úteis. A companhia opera diretamente três linhas que somam 129 quilômetros de extensão e contam com 39 estações, atendendo moradores de 11 municípios, o que inclui a capital paulista.